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Subversiva

Friday, September 23, 2005

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente.
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Caí, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

- Eu faço versos como quem morre.

[Manuel Bandeira]



Faltava isso por aqui. Né?


Sorte de hoje [orkut]:
Você e sua mulher terão uma vida feliz.



The end of this chapter - Sonata Arctica